post15 de abril de 2015

Organizadores dos protestos de rua entregam carta ao Congresso

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Integrantes de seis movimentos que organizaram os protestos contra o governo da presidente Dilma Rousseff protocolaram nesta quarta-feira, 15 de abril,  na Câmara e no Senado carta aberta com reivindicações que vão de abertura de impeachment da chefe do Executivo à reforma política. A entrega do documento foi feita por representantes de seis grupos, entre os quais os movimentos Vem pra Rua e Diferença Brasil.

Parlamentares de diversas legendas, dentre elas do PV, DEM, PPS, PMDB, e PSDB acompanharam a leitura da carta. Por volta das 14h30, representantes do movimento se reuniram com membros de partidos. Estavam presentes na ocasião o senador Aécio Neves (PSDB), Luiz Penna e Eduardo Brandão - presidente e vice-presidente nacional do Partido Verde, dentre outros.

Confira íntegra do documento:

Enfrentamento real da corrupção da corrupção, através do fim da impunidade - Aprovar as 10 medidas de combate à corrupção apresentadas pelo Ministério Público Federal; Submeter acordos de leniência de empresas envolvidas na Lava Jato ao Ministério Público Federal; Aumentar a pena dos crimes de corrupção. Indicar servidores públicos de carreira para Tribunal Superior Eleitora, o Supremo Tribunal Federal e o Superior Tribunal de Justiça, com prazo de mandato estabelecido; Implementar eleições diretas para escolha dos procuradores gerais; Afastar o ministro José Dias Toffoli do STF e do TSE por não atender ao critério de imparcialidade; Pedir ao STF e à PGR abertura de investigação por crime comum de Dilma Rousseff e apreciar com transparência pedidos de impeachment apresentados ao Congresso; Choque de ordem na gestão pública: Abertura dos empréstimos concedidos pelo BNDES e impedir empréstimos do banco ao exterior; Exigir revalida de todos os médicos estrangeiros atuando no Brasil; Reduzir e otimizar impostos; Educação: Fim da doutrinação ideológica e partidárias nas escolas do país; Ajustes no processo político-eleitoral: Eleições com registro impressos dos votos, auditáveis por partidos e empresas. Fim do financiamento público de campanha. Mandato único, pondo fim à reeleição.   Com informações do G1

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